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18 June Falando sobre A volta de João Amorim
Citação A volta de João Amorim A volta de João AmorimA Arsa - Associação de Cinema Redrum Studio & Art. tem a satisfação de informar a todos os fãs do José Mojica Mrins, sim o famoso "Zé do Caixão" que o filme "Homem sem Terra - "A volta de João Amorim" foi finalmente encontrado.
E aqui neste blog contamos a jornada desta busca triunfante...onde recebem o Mérito Maurício Fröhlich e principalmente sua esposa Marina Bohn, que sem ela não teríamos chance alguma de recuperar o tal.
Foi em Gramado de 2007 no Festival de cinema cultuado pelo Brasil inteiro, entre nós aqui a palhaçada de sempre, o Festival que não é feito para cineastas, em que temos que brigar para poder prestigiar, onde artistas globais de malhação vem para cá aquecerem suas bundinhas nos hotéis e festas no Serrano, sorriem até congelar e tiiram fotos para o grande público ignorante barrado na rua coberta. Passando no tapete vermelho, para ficarem tomando café e comendo bonbons sem ao menos entrar para assistir os filmes dos grande diretores. Deixando a implicancia de lado. Fora do palacio dos festivais...Onde foi realizado o grandioso CineVídeo, já na entrada conhecemos o trabalho de Ricardo Ghiorzi, um grande especialista em efeitos especiais, sem chama-lo de maquiador, é claro, falando do cinema brasileiro e dos grandes mestres, chegamos ao ponto em que mencionamos o nome de José Mojica Marins. E da vez em que esteve em Porto Alegre, homenageado e tendo exibido vários filmes em que atua e dirigiu. Então, Ele me conta que em uma das palestras em que esteve pergunta se alguém sabe do paradeiro do filme "A volta de João Amorim", infelismente e felismente para nós ninguém nunca tinha ouvido falar do filme. Como o destino prega peças, e nada é por acaso. Ficou guardado na memória do Maurício Fröhlich aquele episódio. Se passaram meses, e até o próprio tinha esquecido quem teria passado a informação sobre a perda do filme. No início deste ano, Maurício sonha com o José Mojica Marins, relata que no sonho ele entraga o filme pessoalmente para o Zé do caixão. no sonho ele encontra Zé em uma palestra em Porto Alegre, troca poucas palavras com Zé e também de fato, não tem tempo de conversar com o ele. Acorda no dia seguinte e a primeira coisa é tentar um contato com o próprio para obter informações sobre o possível paradeiro do filme. Enquanto isso, reuniu os amigos cinéfilos e a própria esposa para começar a busca pelo Brasil. Maurício recebe o telefone do Acessor do José Mojica Marins, passado pelo próprio, deixa durante meses a mensagem no perfil em forma de testiominal é claro.. para ter aquela força mental memorizar que a busca só terminaria depois de triunfar. com muita calma paciência, o tempo passou e várias noticias chegam, Marina entrou em contato com a família friedrich que disse ter uma cópia do filme, isso foi em questão de poucas semanas, o filme que recebemos foi "Calibre 12 - João Amorim", o primeiro filme de João Amorim. Ao ver o filme, Maurício teve uma visão, de que a busca não tinha termiando ali, e aquilo seria uma prova de força e persistência. Nada é tão fácil, se fosse não daria valor. Mais um bom tempo se passou, o filme estaria em Mato grosso, Rio de Janeiro, Parána e outros lugares sórdidos. quando menos esperava Marina encontra um primo distante da família Friederich, um cara de sapiranga, humilde, um primo em que a própria família esqueceu. Agradecemos a ele que apareceu em nosso destino, um círculo do Universo, que nos colocou juntos nessa busca, para quê? Porqquê fizemos tudo isso, um capricho do diretor Maurício Fröhlich? talvez sim, é claro que sim. Isso prova que ele não está sozinho, que ele tem amigos que é muito difícil de existir, pessoas em que confia, que pode contar, pessoas em que acreditam nele. E porque? porque ele deveria encontrar o tal fime? o que se passa na cabeça dessa mente egocêntrica, ecêntrico, peculiar, diferente, louco, estranho... Ele não achou nada, não teve grandes planos, simplesmente pensou, se essa informação veio até mim, e até agora ninguém encontrou..imagina se ele encontra e o próprio Zé vem buscar pessoalmente, igual ao sonho, e mais participar de um filme independente feito pelo próprio Diretor Maurício Fröhlich, que nos dias de Hoje irá provar que a força das palavras, unidade pela guerra pela cultura brasileira e universal, a união profissional de artistas que lutaram pelo seu trabalho, Humildade, persistência, força, luta...tudo que alguém precisa para conseguir completar objetivos e ter sucesso em qualquer área profissional e na própria vida. Maurício Fröhlich e o grande time de cineastas independentes, adoradores do cinema nacional e internacional, adoradores da arte, apaixonados pela cultura e claro, soldados que carregam o nome Redrum Studio & Art. "REDRUM" que significa MURDER, em portugues assassinos. sim nós não somos o bem, não conhecemos o bem nem o mal, sabemos a nossa força e sabemos que a nossa união mata qualquer discriminação e mata qualquer produção acessorada por equipes profissionais, sem dinheiro algum, sem equipamento nenhum, sem nenhum apoio governamental, conseguimos produzir grandes filmes, não digo melhores, porque não somos os melhores, o nosso objetivo é fazer um filme melhor que o outro, mas o nosso demonio, o nosso inimigo é nós mesmos. Somos os reais INDEPENDENTES, os novos GUERILHEIROS, estamos no combate, cinema é guerra, eu Maurício Fröhlich DECLARO GUERRA a mesmice dos filmes brasileiros somos revolucionários a frente do povo brasileiro, somos loucos sim, somos o exército do Zé do Caixão, ele também é um de nós e ouviu muita merda dos críticos lambedores dos grandes executivos da globo, e outros que acham que cinema é fazer histórinhas felizes e comédias sem graça, ou dramalhões nas favelas cariocas, ou a famosa pornochanchada brasileira, eles destruiram nossa imagem para o mundo externo e nós temos o dever de reverter, fazer diferente do que fizeram..
somos nós o cinema INDEPENDENTE, os verdadeiros cineastas porque fazemos filmes pela nossa paixão pela arte, ninguém pensa no dinheiro aqui, pensamos em imortalizar nossa imagem para daqui a 200 anos assistirem nosso trabalho e apreciar nossa arte. Hoje não importa, o artista é só reconhecido depois de morto.
ok? desabafo neh...ohhh
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